Tema Central

Um mar de oportunidades

prO mar tem marés e – diz a respeitável sabedoria popular – há mais marés do que marinheiros. É uma forma simples e verdadeira de dizer que o mar tem potencialidades praticamente inesgotáveis e sustentáveis. Há assim que dar substância e sentido objectivo a esta realidade pelo reforço da economia do mar português através de uma estratégia sólida que envolva agentes económicos, decisores políticos e entidades académicas e de investigação em torno de um mesmo objetivo.

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Entrevista a Paulo Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Qual o entendimento que o Senhor Ministro tem do conceito de diplomacia económica?

Numa altura em que o País se encontra sob a atenção internacional, com um programa de assistência financeira, é uma das missões da diplomacia mostrar o trabalho que estamos a fazer, assegurar que vamos cumprir as nossas obrigações e – isto é a parte central da diplomacia económica – contribuir para o desenvolvimento e o crescimento económico de Portugal. Por um lado através do apoio às empresas portuguesas exportadoras, por outro através da atração de investimento estrangeiro em Portugal.

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Perfil

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Nome: Paulo de Sacadura Cabral Portas

Cargo: Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Idade: 49 anos

Síntese do percurso académico:

Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, onde leccionou História do Pensamento Político, em 1996

Síntese do percurso profissional / político:

Presidente do CDS/PP em 1998-2005 e, desde 2007, foi Deputado à Assembleia da República nas legislaturas de 1995, 1999, 2002, 2005, 2009 e 2011, tendo sido membro das Comissões Parlamentares dos Negócios Estrangeiros e de Defesa. Foi líder do Grupo Parlamentar do CDS/PP de 1999 a 2001. Foi Ministro de Estado e da Defesa Nacional nos XV e XVI Governos Constitucionais.Foi eleito Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, em 2001, Deputado ao Parlamento Europeu, em 1999, e eleito Deputado à Assembleia Municipal de Arouca em 2009.


 

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Entrevista a Paulo Portas

Repensar a Estratégia de Consolidação Orçamental

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bhUm ano volvido sobre a assinatura do “memorandum” da troika é tempo de balanço sobre os seus efeitos na economia, na sociedade e no Estado.

A obrigatoriedade de uma rápida redução do défice, acompanhada de taxas de juro excessivamente elevadas e de uma moeda sobreavaliada em termos reais, têm levado a uma profunda deterioração da situação económica, a níveis de desemprego nunca atingidos e a um modelo de Estado, que por falta de meios, se mostra incapaz de cumprir cabalmente as suas funções em setores tão sensíveis como a saúde, as universidades e a segurança.

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