Estudo de Caso

Retrato Esatatístico da Região do Algarve

O Algarve é uma das regiões portuguesas internacionalmente mais conhecidas. A notoriedade internacional desta Região deve-se, em larga medida, à amenidade do seu clima ao longo de quase todo o ano e à beleza diversificada das suas praias e dos seus campos de golfe.

Contudo, é importante conhecer o Algarve também através de algumas estatísticas que se lhe referem, nas vertentes demográfica e económica, as quais condicionam necessariamente o seu desenvolvimento e a qualidade da sua abertura ao exterior, perspetive-se ela no contexto nacional ou internacional.

O Algarve é a região mais meridional de Portugal Continental, situando-se entre as latitudes Norte 36º 31´ 44´´ e 36º 57´ 42´´ e as longitudes 7º 23´ 35´´ e 8º 59´ 49´´, a Oeste do meridiano de Greenwich.

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Figura 1-O Algarve no Mundo

O Algarve ocupa uma área de 4 996 km2 (6% da superfície de Portugal Continental) e um perímetro de 584 km, correspondendo 329 km a linha de costa, 48 km a fronteira internacional, 63 km a comprimento máximo Norte/Sul e 143 km a comprimento máximo Este/Oeste.

A altitude máxima do território é de 902 m, na Serra de Monchique. A maior bacia hidrográfica da Região é a do Rio Guadiana, que ocupa 1 424 km2, seguindo-se a do Rio Arade (812 km2) e da Ribeira de Quarteira (407 km2).

A Região do Algarve, classificada simultaneamente como NUT II e NUT III e, está organizada em 16 municípios e 67 freguesias.

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Figura 2-A Região NUTS II/NUT III Algarve e os seus Municípios

I. Nível de desenvolvimento regional

O nível de desenvolvimento das regiões portuguesas tem sido quantificado pelo Instituto Nacional de Estatística através de dois estudos específicos: o “Índice Sintético de Desenvolvimento Regional” (concebido em colaboração com o Departamento de Prospetiva e Planeamento) e o “Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio”.

I.1. O índice Sintético de Desenvolvimento Regional

O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) procura quantificar, num indicador único, o comportamento de três componentes do desenvolvimento de qualquer espaço geográfico ― a competitividade, a coesão e a qualidade ambiental ― as quais dão origem a índices parciais. Com valores disponíveis desde 2004, a última informação reporta-se a 2010.

A evolução do ISDR (e das suas componentes) apurado para a Região do Algarve, tendo por referência a respetiva média nacional, não tem sido uniforme ao longo dos anos e, em 2010, a sua posição relativa no conjunto do país era inferior à registada em 2004. No entanto, a componente relativa à qualidade ambiental apresentava uma tendência crescente desde 2007.

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Figura 3-Índice Sintético de Desenvolvimento Regional

PT=100

2004 - 2010

Fonte: INE, I.P., Índice Sintético de Desenvolvimento Regional – ISDR 2010 (www.ine.pt)

Apesar da relativa estabilidade dos resultados nas três componentes do desenvolvimento que sustentam o ISDR, a evolução para o Algarve salienta o afastamento dos valores na competitividade, a partir de 2008, e na coesão, a partir de 2009, face à média do país. Tendo em consideração a crise financeira de 2008 e posteriores efeitos no desenvolvimento económico e social, será importante verificar se esta tendência de divergência do Algarve face à média do país se manteve nos anos seguintes[1].

Em 2010, o último ano para o qual se dispõe de apuramentos o ISDR referente à Região do Algarve situava-se em 97,3, tendo por referência o ISDR apurado para o conjunto do País (=100).

Para esse ano, os índices parciais relativos à competitividade e à coesão apresentavam uma correlação positiva com o ISDR (0,7, em ambos os casos), indiciando uma dinâmica positiva destas vertentes para o desenvolvimento da Região. Em contrapartida, o índice relativo à qualidade ambiental registava uma correlação quase nula, considerando os resultados para as 30 NUTS III portuguesas.

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Figura 4-Índice Sintético de Desenvolvimento Regional

PT=100

2010

Fonte: INE, I.P., Índice Sintético de Desenvolvimento Regional – ISDR 2010 (www.ine.pt)

Em 2010, o Índice do Algarve situava-se aquém da média nacional, quer no que respeita ao índice global (97,3), como em todas as componentes.

Este valor situava o Algarve em 19º lugar no ranking das 30 regiões NUTS III do país. No que se referia às suas componentes, estava na 8ª posição em termos de competitividade, na 25ª posição no que respeitava ao índice de coesão social e na 23ª posição em termos de qualidade ambiental.

I.2. O Poder de Compra Concelhio

O Indicador per Capita (IpC) do poder de compra pretende traduzir o poder de compra manifestado quotidianamente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões, tendo por referência o valor nacional (Portugal = 100).

O poder de compra concelhio é, assim, um indicador sintético, que envolve um conjunto significativo de variáveis que lhe estão direta ou indiretamente associadas.

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Figura 5-Estudo sobre o poder de compra concelhio

2011

Fonte: INE, I.P., Estudo sobre o poder de compra concelhio – EPCC 2011 (www.ine.pt)

Em 2011, o valor do Indicador per capita (IpC) do poder de compra do Algarve (96,7) situava-se marginalmente abaixo da média nacional.

Em 4 dos 16 municípios do Algarve, o valor do IpC situava-se acima da média nacional (100) e regional, por ordem decrescente Faro, Portimão, Albufeira e Loulé.

No conjunto dos 308 municípios do País, Faro ocupava a 5ª posição, logo a seguir a Lisboa, Oeiras, Porto e Sines.

Para os municípios de Monchique, Vila do Bispo e Alcoutim apuraram-se os valores mais baixos da região Algarve.

II. Demografia

II.1. A população do Algarve nos Censos 2011

De acordo com os Censos 2011, a população residente no Algarve era de 451 mil habitantes, representando 4,3% da população portuguesa. 11,5% da população era de nacionalidade estrangeira.

Também na década 2001/2011, o Algarve foi a região NUTS II que apresentou um maior crescimento populacional: 14,1% face a 2% no conjunto do País e a 15,7% na década de 90. O crescimento foi mais intenso (17,4%) no Algarve costeiro. A densidade populacional manteve-se estável no Algarve não costeiro.

A comparação do posicionamento dos centróides ponderados pela população em 1991 e 2011, confirma a litoralização da população residente e a elipse padrão demonstra uma maior concentração.

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Figura 6-Taxa de variação da população residente

2001 – 2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2001 e Censos 2011 (www.ine.pt)

No entanto, a densidade populacional do Algarve situava-se abaixo do valor nacional, ainda que em 7 (Olhão, Faro, Vila Real de Stº António, Portimão, Albufeira, Lagoa e Lagos) dos 16 municípios do Algarve e em 30 das 85 freguesias, a densidade populacional fosse superior à média nacional (114,5).

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Figura 7-Densidade populacional

2001 - 2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2001 e Censos 2011 (www.ine.pt)

Nota: A tipologia de áreas costeiras segue a metodologia do Eurostat que classifica como áreas costeiras as freguesias junto à costa ou as freguesias em que pelo menos metade da sua superfície se situa a menos de 10 Km da linha de costa.

O processo de litoralização da população residente está também patente no aumento mais expressivo da densidade populacional nas freguesias costeiras do Algarve face ao restante território desta região, bem como na taxa de variação da população entre 2001 e 2011, que no caso das áreas não costeiras é de apenas 0,4%.

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Figura 8-Densidade populacional, por freguesia

2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2011 (www.ine.pt )

II.2. Evolução em 2012

Crescimento efetivo

Entre 2011 e 2012, a população do Algarve registou um decréscimo efetivo de cerca de 0,39%, de menor dimensão do que o ocorrido para o conjunto do País (-0,52%). Esse decréscimo decorreu de decréscimos em ambas as suas componentes (-0.15% no saldo natural e -0,25% no saldo migratório), ainda assim de dimensão relativa também inferior à registada a nível nacional.

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Figura 9-Taxa de crescimento populacional

2011 - 2012

Fonte: INE, I.P., Estimativas provisórias de população residente (www.ine.pt )

No entanto, o saldo migratório foi positivo em 8 (São Brás de Alportel, Vila real de Stº António, Vila do Bispo, Olhão, Silves, Lagoa, Tavira e Lagos) dos 16 municípios do Algarve e inferior à média nacional (-0,36%) nos municípios de Faro, Alcoutim, Monchique e Albufeira.

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Figura 10-Taxa de crescimento migratório por município

2012 - 2011

Fonte: INE, I.P., Estimativas provisórias de população residente (www.ine.pt )

Indicadores demográficos

Em 2012, a proporção de população com idade igual ou superior a 65 anos no Algarve, era de 19,8%, ligeiramente acima do valor médio nacional (19,4%). Os municípios com maior proporção de população com idade superior a 65 anos eram Alcoutim, Monchique, Aljezur e Castro Marim.

Em contrapartida, os municípios algarvios com população mais jovem (maior proporção de população com menos de 25 anos) eram Albufeira (27,8%), Lagos (27,4%), Portimão (27,1%) e Olhão (27%), face a uma proporção média de 25,6% no conjunto da Região e de 25,5% em Portugal.

No Algarve, a esperança média vida à nascença era, em 2011, de 79,15 anos, ligeiramente aquém do valor estimado para o Continente (79,66 anos).

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Figura 11-Indicadores demográficos

2012

Fonte: INE, I.P., Estatísticas demográficas, Óbitos por causa de morte (www.ine.pt )

Em 2012, a taxa de mortalidade situava-se ligeiramente acima do valor nacional, assumindo valores que variavam entre 7,8‰ em Albufeira e 27,1‰ em Alcoutim, um concelho envelhecido. Os valores situavam-se abaixo da média regional em 7 municípios (Albufeira, Faro, Lagos, Lagoa, Olhão, Loulé e Portimão).

A taxa quinquenal de mortalidade infantil situava-se, no quinquénio 2008-2012, em 2,9‰, abaixo do valor médio nacional (3,2‰). Ao nível do município, este indicador apresentava valores entre 0,0‰ em Monchique e 15,9‰ em Alcoutim.

A taxa de fecundidade geral (nº de nados-vivos face ao nº de mulheres com idade entre 15 e 49 anos) era de 40,3‰, acima da média nacional. Em 6 municípios este indicador era mais elevado que a média da região: Aljezur (com o valor mais elevado, 48,4‰), Silves, Olhão Portimão, Faro e Albufeira. Monchique era o município algarvio com menor taxa de fecundidade geral: 21,2‰.

Taxa bruta de natalidade

Em 2012, a taxa bruta de natalidade, no Algarve, foi de 9,3%0,acima do valor médio nacional (8,5%0), registando-se valores acima da média nos municípios de Albufeira, Olhão, Faro e Loulé. Os valores mais baixos, inferiores à média nacional, ocorreram nos municípios de Monchique e Alcoutim, onde o peso de população idosa é dos mais elevados.

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Figura 12-Taxa bruta de natalidade

2012

Fonte: INE, I.P., Estatísticas de nados-vivos (www.ine.pt )

Em 2012, no Algarve, o número de crianças nascidas por mulher em idade fértil era de 1,43 (acima do valor nacional: 1,28), mas insuficiente para garantir a substituição de gerações (2,1).

III. Atividade Económica

Um indicador de síntese habitualmente utilizado em análise económica é o PIB per capita, corrigido ou não de paridades do poder de compra, consoante as comparações espaciais em presença apresentem ou não diferenças significativas nas respetivas estruturas de preços ou evoluções cambiais.

PIB per capita em Paridades de Poder de Compra

Desde 2005 que o PIB per capita da região do Algarve, medido em paridades de poder de compra (PPC), vem divergindo da média da União Europeia, evolução algo idêntica à registada para o conjunto do País, ainda que, neste caso, em 2009 e 2010 se tenham registado alguns ganhos em termos de convergência.

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Figura 13-PIB per capita em paridades de poder de compra

UE27=100

2004 - 2011

Fonte: INE, I.P., Contas regionais (www.ine.pt )

Em 2010, o PIB per capita em PPC do Algarve encontrava-se na 172ª posição no conjunto das 270 NUTS II da UE. Portugal ocupava a 18ª posição entre os 27 Estados Membros da UE.

PIB per capita a preços correntes

Em 2011, de acordo com os dados preliminares das Contas Nacionais Regionais, o PIB do Algarve foi de 7 177,441 milhões de euros (preços correntes), ou seja, 4,2% do valor nacional (171 064,69 milhões de euros).

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Figura 14-PIB per capita a preços correntes

2004 - 2011

Fonte: INE, I.P., Contas regionais (www.ine.pt )

Com as Regiões de Lisboa e Autónoma da Madeira, o Algarve é uma das 3 regiões NUTS II do país com valor de PIB per capita acima da média nacional.

Taxa de investimento

A taxa de investimento é um dos indicadores mais utilizados para sinalizar o ritmo de desenvolvimento de uma região.

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Figura 15-Taxa de investimento aparente (FBCF/PIB)

2004 - 2010

Fonte: INE, I.P., Contas regionais (www.ine.pt )

A taxa de investimento aparente no Algarve tem vindo a cair desde 2007, movimento que, relativamente a Portugal, se iniciou anteriormente.

Em 2010 foi de 22%, acima da registada para o conjunto do País (20%), depois de ter atingido 34% em 2007, 53% acima da taxa de investimento registada a nível nacional (22%).

Emprego por setores

De acordo com os resultados dos Censos 2011, no Algarve a população residente empregada era de 186 191 indivíduos.

O perfil do emprego na região do Algarve é semelhante ao do conjunto do País, isto é, é evidente a preponderância das atividades relacionadas com a Administração Pública, Saúde, Educação, etc. e com o Comércio.

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Figura 16-Repartição da população empregada por setor de atividade

2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2011 (www.ine.pt )

Nota: A tipologia de áreas costeiras segue a metodologia do Eurostat que classifica como áreas costeiras as freguesias junto à costa ou as freguesias em que pelo menos metade da sua superfície se situa a menos de 10 Km da linha de costa.

De facto, mais de 80% da população empregada trabalhava no setor terciário, revelando por um lado, um grau de terciarização superior em mais de 10 pontos percentuais à média do país e, por outro, um grau de industrialização inferior em dimensão idêntica.

Nas freguesias do interior a importância do sector terciário era um pouco menor (76%), ganhando relevância o emprego nos restantes setores (+ 5 pontos percentuais). O peso das atividades relacionadas com o setor primário, de reduzida dimensão (5%) era, ainda assim, superior à média do País (3%).

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Figura 17

Repartição da população empregada no setor terciário por atividade económica

2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2011 (www.ine.pt )

As atividades do setor terciário que empregavam mais população no Algarve estavam associadas à Administração pública, educação e saúde e às atividades de comércio, nomeadamente do comércio a retalho, tal como se verificava para o total do país.

O setor do Turismo é, reconhecidamente, o mais associado ao Algarve: as atividades com ele imediatamente relacionadas ― alojamento, restauração e similares ― representavam cerca de 21% do emprego do setor terciário, enquanto no conjunto do País tinham um peso inferior a 10%. Nos concelhos de Albufeira e Vila do Bispo, o peso destas atividades ultrapassava 30%. Era nos municípios de Alcoutim, São Brás de Alportel, Olhão e Faro que estas atividades detinham menor expressão. Contudo, em todos os municípios do Algarve a importância relativa da população empregada nas atividades de alojamento, restauração e similares era superior à média do País.

Também as atividades imobiliárias, no Algarve igualmente relacionadas de modo significativo com o Turismo, ainda que de dimensão muito mais reduzida, registavam um peso que duplicava a média nacional (1,8% e 0,9% respetivamente).

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Figura 18-Proporção de população empregada em atividades de alojamento, restauração e similares, por Município

2011

Fonte: INE, I.P., Censos 2011 (www.ine.pt )

A oferta turística

A oferta turística do Algarve, medida através dos indicadores de capacidade de alojamento, aponta para que, em 2012, o Algarve era a região NUTS II/III do país com maior oferta turística, apresentando uma capacidade de alojamento de cerca de 240 indivíduos por cada 1000 habitantes, cerca de 8,5 vezes a média do País (28,3).

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Figura 19-Capacidade de alojamento por município

2012

Fonte: INE, I.P., Estatísticas do turismo (www.ine.pt )

Os municípios com maior capacidade de alojamento eram Albufeira, com o valor mais elevado do País (1086) e Lagoa (412).

Apenas 3 municípios do Algarve apresentavam uma oferta inferior à média do país: São Brás de Alportel, Alcoutim e Olhão.


Concluindo:

O retrato estatístico apresentado nesta síntese sobre a região do Algarve, assinala os efeitos da crise económica e social que o País atravessa.

Apesar de a Região continuar a revelar um desempenho acima da média nacional em indicadores-chave para a análise económica ― como a riqueza gerada por habitante e a taxa de investimento ― a distância em relação à média do País tem vindo a diminuir. Esta evolução traduziu-se também num processo de divergência relativamente ao desempenho da economia europeia.

Os resultados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional revelam que, apesar do desempenho dos indicadores económicos para a região do Algarve se posicionarem acima da média nacional, uma leitura multidimensional do processo de desenvolvimento coloca o Algarve abaixo do referencial do País, nomeadamente no que se refere à competitividade e, sobretudo, da coesão.

A vocação turística do Algarve, o seu perfil de especialização em atividades coadjuvantes e a sua dimensão internacional, posicionam a Região como um território dotado de oportunidades para inverter o atual ciclo de recessão.

Contudo, esta forte dependência do exterior pode sinalizar também riscos elevados no atual contexto de instabilidade económica e financeira internacional e das economias europeias em particular.

Os indicadores demográficos analisados traduzem uma situação um pouco menos desfavorável do que a verificada no conjunto do País (e.g. taxa de fecundidade, taxa de mortalidade infantil) mas, são, ainda assim, preocupantes.

As pessoas constituem o ativo crucial em qualquer estratégia de desenvolvimento territorial. Contudo, a evolução recente da população residente no Algarve revela alguma perda de atratividade da Região que, no seu conjunto que regista taxas de crescimento migratório negativas desde 2011.



[1]O próximo ano de referência do ISDR será 2011, a divulgar em abril de 2014.

 

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